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LOGAN EVOLUTION

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LOGAN EVOLUTION METHOD

 

Originalmente, a Técnica Logan Basic é um dos métodos mais tradicionais e suaves da Quiropraxia, que se baseia na premissa de que o sacro atua como a base de sustentação da coluna vertebral. A técnica foi criada pelo Dr. Hugh B. Logan, D.C. e foi apresentada oficialmente ao mundo em 1931. Inicialmente, ele a batizou de "Universal Health – Basic Technique", mas em poucos anos o nome foi simplificado para Logan Basic Technique. O sucesso do método foi tão grande que, em 1935, Dr. Hugh fundou a Logan College of Chiropractic (hoje Logan University) em Missouri, nos EUA, para ensinar sua filosofia.

 

A genialidade de Hugh Logan foi olhar para o corpo humano como um engenheiro olha para um edifício. Ele percebeu que se a fundação de uma casa for torta, todas as paredes e o teto sofrerão rachaduras e desalinhamentos. No corpo humano, a fundação da coluna é o osso sacro (o osso triangular na base da espinha, encaixado na pelve).

 

LOGAN EVOLUTION

 

Esta nova metodologia, surgiu em 2015, com os estudos do Quiropraxista, Dr. Pablo Dias, a partir da necessidade de atualização de novos parâmetros clínicos, filosóficos e também científicos, principalmente na avaliação e diagnóstico neuro-musculo-esquelético avançado . bem como a integração com outras metodologias e técnicas da quiropraxia,

 

”A metodologia Logan Evolution, acima de tudo é um modelo de raciocínio clínico que pode ser empregado em qualquer técnica ou metodologia quiropráxica.” Dr. Pablo Dias D. C.

 

Esta metodologia visa analisar os aspectos estruturais, considerando a individualidade de cada indivíduo e seus efeitos nos padrões de interferência biomecânica e respectivamente sua influência no funcionamento do sistema nervoso. O diagnóstico é construído em no mínimo dois momentos distintos, consulta e reconsulta e deve considerar adicionalmente:

 

  1. Cinesiopatologia articular

  2. Distorções posturais

  3. Tensão neuromeníngea

  4. Comprometimento radicular e posição preferível

  5. Anisomielias e outras alterações ósseas estruturais

  6. Desequilíbrios musculares

  7. Mobilidade global e segmentar

  8. Presença de disfunção facetária ou discal

  9. Presença de dor nociplástica

  10. Padrão da disfunção sacral e nivelamento pélvico.

 

A análise diagnóstica é baseada na anamnese, exame físico e postural, testes obrigatórios funcionais de mobilidade, testes cinesiopatológicos específicos e avaçiação radiológica estrutural baseada no Huttis Draws.

 

Abordagem terapêutica inclui elementos da técnica original, Logan Basic e Advanced Technique, além da associação de blocos e cunhas. São empregados instrumentos de correção relacionados a quiropraxia biofísica, com a metodologia Orthoroll biomecânica clínica, uso de cunhas, posicionadores para nivelamento pélvico e sacral, associado a recursos ajustivos mecanicamente assistidos como o sistema de drops.

 

O ajuste “Low Force”,com contato auxiliar é fundamental, porém associado a pontos chave de liberação neurorefléxica, baseada na análise e neuromodulação manual relacionada com o LTR Local Twitch Response. Técnicas HVLA , podem estar presentes conforme o caso, assim como repertório de procedimentos crsnianos e viscerais. Além disso gerenciamento clínico multimodal e elementos de outras técnicas e metodologias podem ser empregados caso a caso conforme neceesidades clínicas. Os ajustes podem ser empregados com arte específica para disfunção facetária, discal ou miopatológica.

 

Além do ajuste de sinalização refléxica uma inovação é o ajuste em Arching Movement. Enfim o Logan Evolution é uma metodologia abrangente e completa, que visa através do raciocínio clínico se relacionar a diferentes demandas do paciente e se integra a diferentes técnicas e procedimentos multimodais.

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Indicações Clínicas

O Método Logan (ou Técnica de Logan Basic) é uma das abordagens mais suaves e integrativas da Quiropraxia. Diferente das técnicas de alta velocidade que envolvem estalos fortes, ela se baseia na aplicação de uma pressão leve e contínua em pontos-chave do ligamento sacrotuberoso. O objetivo é estabilizar o sacro, que funciona como a "pedra fundamental" da coluna, equilibrando a pelve e reduzindo a tensão em todo o sistema nervoso e musculoesquelético. Embora seja muito conhecido pelo alívio da ciatalgia, o Método Logan é altamente eficaz para uma vasta gama de condições dolorosas, crônicas e para diferentes fases da vida.

1. Patologias de Coluna e Dores Irradiadas

  • O desalinhamento da base sacral gera forças de compensação que sobrecarregam os discos, as articulações e os nervos ao longo de toda a espinha dorsal. O relaxamento pélvico promovido pela técnica reduz diretamente a pressão nessas estruturas, sendo indicado para:

  • Hérnia Discal e Lombociatalgia: Ao descompressionar a transição lombossacra e equilibrar a pelve, o método alivia a pressão mecânica sobre os discos intervertebrais e as raízes nervosas inflamadas, diminuindo a dor local e a dor que irradia para as pernas.

  • Cervicobraquialgia e Dorsalgia: Como a coluna responde em cadeia, estabilizar a base (o sacro) reduz a hipertonia compensatória (tensão muscular excessiva) na região dorsal (meio das costas) e cervical (pescoço), aliviando dores locais e formigamentos que irradiam para os braços.

  • Síndrome Facetária: Reduz a carga compressiva sobre as articulações facetárias (as juntas que conectam as vértebras), que frequentemente sofrem com processos inflamatórios e degenerativos devido ao desalinhamento postural.

  • Escoliose Degenerativa: Em colunas que já apresentam desvios consolidados e desgaste progressivo, o método não busca "corrigir" a curvatura óssea, mas sim devolver a melhor biomecânica possível, reduzindo a dor e a sobrecarga assimétrica.

 

2. Síndromes Dolorosas e Sensibilização Central

  • Por atuar diretamente no sistema nervoso autônomo (especialmente estimulando o sistema parassimpático através da região sacral), o Método Logan reduz o estado de "alerta" e estresse do corpo. Isso o torna uma ferramenta valiosa para dores de difícil manejo:

  • Fibromialgia e Dor Nociplástica: Em condições onde o sistema nervoso amplifica a percepção da dor (mesmo sem uma lesão tecidual aparente), as manobras suaves do Logan ajudam a modular essa resposta exagerada do cérebro, diminuindo a hipersensibilidade global sem agredir o paciente.

  • Síndrome Dolorosa Miofascial: Facilita a liberação de pontos-gatilho (trigger points) e faixas musculares tensas. Ao equilibrar a postura, o músculo para de trabalhar em sobrecarga constante, quebrando o ciclo de dor e espasmo.

  • Cefaleia Tensional: A redução da tensão dural (da membrana que envolve o sistema nervoso) e o relaxamento dos músculos suboccipitais e cervicais diminuem drasticamente a frequência e a intensidade das dores de cabeça tensionais.

  • Síndrome do Túnel do Carpo: Embora a compressão ocorra no punho, o desalinhamento cervical e a postura cifótica (ombros caídos para frente) frequentemente tensionam o plexo braquial, criando uma "dupla compressão". O equilíbrio global da coluna melhora o fluxo nervoso até as extremidades.

 

3. Aplicação Segura em Diferentes Fases da Vida

Por ser uma técnica de força extremamente leve (muitas vezes comparada à pressão que se usa para testar o amadurecimento de um tomate), o Método Logan elimina o medo do "estalo" e possui pouquíssimas contraindicações, adaptando-se perfeitamente a qualquer perfil:

 

  • Adultos: Ideal para quem sofre com o estresse do dia a dia, posturas corporais inadequadas no trabalho e dores crônicas, devolvendo a mobilidade e prevenindo o desgaste precoce.

  • Idosos: A fragilidade óssea decorrente da osteoporose ou a rigidez da artrose avançada contraindicam manipulações quiropráticas tradicionais de alta velocidade. O Logan oferece um tratamento 100% seguro, focado no ganho de qualidade de vida, equilíbrio e alívio de dores sem risco de fraturas ou lesões ligamentares.

  • Crianças e Bebês: Excelente para avaliar e tratar os pequenos desde os primeiros meses de vida. Em bebês, ajuda a aliviar tensões decorrentes do parto, cólicas e refluxo (pelo estímulo parassimpático). Em crianças maiores, auxilia no desenvolvimento postural saudável durante as fases de estirão de crescimento.

A técnica de Logan Basic:

 

  • Ajuste de Baixa Intensidade: Diferente de manipulações bruscas, a evolução da técnica Logan foca em pressões leves e contínuas nos ligamentos sacroilíacos para realinhar a coluna de forma indolor.

  • A tese de Logan: Se o sacro estiver minimamente inclinado ou rotacionado (subluxado), toda a coluna acima dele vai entortar em efeito cascata para tentar compensar o peso. Isso gera escoliose, dores no pescoço, dores de cabeça e hiperatividade do sistema nervoso simpático (mecanismo de luta ou fuga).

  • O termo "Basic" vem literalmente disso: tratar a base da coluna.

  • Abordagem Global: Tratar o corpo de forma integrada. Ao equilibrar a base (pelve e sacro), o método corrige indiretamente dores cervicais, melhora a postura e otimiza o sistema nervoso autônomo.

 

Esquema Detalhado da Técnica LOGAN BASIC

 

1. Análise Postural e Palpação (Exame Inicial)

 

  • Posição: O paciente é avaliado em pé e deitado. Algumas vezes também sentado.

  • Acrônimo HELPS:

H (Higher): Crista ilíaca mais alta.

E (Erector): Tensão nos músculos eretores da espinha.

L (Lowest): Rotação da vértebra móvel mais baixa.

P (Pain): Dor à palpação.

S (Sacrotuberous): Rigidez no ligamento sacrotuberal.

2. O Contato de Alavanca (Apex Contact - Ajuste de Baixa Força)

 

  • Posição: Paciente de bruços (em prono).

  • Aplicação: O quiropraxista aplica uma pressão leve, firme e constante (geralmente com o polegar) sob o ligamento sacrotuberal que foi identificado como tensionado.

  • Tempo: A pressão é mantida por alguns minutos para permitir o relaxamento profundo e o alinhamento da base sacral.

 

3. Liberação e Integração da Coluna (Trabalho de Tecido Mole)

  • Aplicação: Enquanto mantém a pressão na base sacral com uma das mãos, o profissional usa a outra mão para massagear ou aplicar pressões leves ao longo dos músculos paravertebrais.

  • Direção: O movimento sobe em direção ao pescoço, dissipando a tensão muscular acumulada ao longo de toda a coluna vertebral.

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História da Técnica​

A história do Método Logan (originalmente chamado de Universal Health-Basic Technique) confunde-se com a própria consolidação da Quiropraxia como ciência estruturada. Foi criada na década de 1930 pelo Dr. Hugh B. Logan, uma figura revolucionária que mudou a forma de entender a biomecânica da coluna vertebral.

 

O Fundador e a Epifania (Anos 1910 - 1920):Antes de se tornar quiropraxista, Hugh B. Logan sofria de uma severa dor ciática crônica. Após encontrar alívio definitivo através da Quiropraxia, ele decidiu ingressar na profissão, graduando-se na Universal Chiropractic College em Davenport, Iowa, em 1916.

 

Ao longo dos anos de prática, o Dr. Logan começou a questionar os métodos da época. Naquele período inicial da Quiropraxia, os ajustes focavam quase exclusivamente nas vértebras superiores (especialmente na cervical e na base do crânio). Logan, influenciado pelos conceitos de engenharia e mecânica, percebeu que tentar alinhar o topo da coluna sem olhar para a sua base era como tentar consertar o telhado de uma casa construída sobre um terreno torto.

 

O Princípio da "Pedra Fundamental" (1931):

 

Em 1931, após anos de estudos radiológicos e clínicos sobre a postura humana, o Dr. Logan apresentou oficialmente a sua técnica.A grande virada de chave do método foi a Teoria do Nivelamento Sacral. Logan determinou que o sacro (o osso triangular na base da coluna) atua como o centro mecânico e a "pedra fundamental" do corpo humano. Se o sacro estivesse inclinado ou subluxado (desalinhado), toda a coluna acima dele seria forçada a criar curvaturas compensatórias (como a escoliose) e tensões musculares para manter os olhos do indivíduo no nível do horizonte. Para corrigir isso sem a necessidade de estalos ou forças abruptas, ele desenvolveu um ponto de contato profundo, porém extremamente leve e contínuo, diretamente no ligamento sacrotuberoso. A pressão contínua enviava estímulos neurológicos que relaxavam os músculos da pelve, permitindo que o sacro "escorregasse" de volta para o nível correto de forma natural.

 

A Fundação da Logan University (1935)

A aceitação da técnica foi tão massiva que, em 1935, o Dr. Logan fundou o Logan Basic College of Chiropractic em St. Louis, Missouri. A instituição começou de forma humilde, com apenas sete alunos na sala de estar da casa de Logan. O Dr. Logan liderou a faculdade até sua morte súbita em 1944. Seu filho, Dr. Vinton Logan, assumiu a presidência e deu continuidade às pesquisas, expandindo a faculdade para se tornar a hoje renomada Logan University, um dos maiores e mais respeitados centros de ensino de Quiropraxia do mundo.

 

O Legado e a Era Neuro-Reflexa

 

O Método Logan foi pioneiro ao introduzir o conceito de abordagem neuro-reflexa na Quiropraxia. Em vez de apenas empurrar ossos mecanicamente, a técnica provou que estímulos leves em tecidos moles (ligamentos e tendões) geravam respostas reflexas no sistema nervoso central e autônomo, equilibrando os sistemas simpático e parassimpático.Essa filosofia abriu portas para o desenvolvimento de várias outras técnicas modernas de baixa força e uso de instrumentos (como o método Activator). Quase um século depois, o Método Logan permanece como uma das disciplinas obrigatórias e fundamentais na formação de quiropraxistas ao redor do globo devido à sua precisão, segurança e profundo embasamento biomecânico

LOGAN EM GESTANTES

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Gestantes Como funciona a aplicação na prática?

 

É aí que o método Logan Basic se destaca, funcionando através de um protocolo muito específico e seguro para essa fase:

1- Posicionamento Confortável: Diferente dos ajustes tradicionais onde a paciente precisa girar o corpo de lado de forma abrupta, no Logan Basic a gestante deita-se de bruços em macas especiais (com abertura para a barriga) ou de lado, sem sofrer nenhuma pressão no abdômen.

 

2- O Contato Sutil (Sem Estalos): Como os ligamentos da gestante já estão mais frouxos pela relaxina, ajustes com estalos fortes (HVLA) podem gerar instabilidade. O quiropraxista aplica apenas uma pressão leve e constante com o polegar no ligamento sacrotuberal (próximo ao glúteo).

 

3- Liberação dos Ligamentos Uterinos: Enquanto relaxa a base do sacro, o profissional realiza toques suaves na musculatura e nos ligamentos redondos (que prendem o útero à pelve na parte frontal). Isso desfaz a torção pélvica sem tocar na barriga.

 

Benefícios Relatados pelas Gestantes

 

Alívio da Dor Ciática e Lombar: Ao equilibrar o sacro, a pressão sobre o nervo ciático e as articulações sacroilíacas diminui drasticamente.

 

Redução do Efeito "Barriga Torta" (Restrição Intrauterina): Quando a pelve está desalinhada, os ligamentos puxam o útero de forma desigual, reduzindo o espaço interno para o bebê. O alinhamento devolve o espaço ideal para o feto se mover.

 

Facilitação do Parto (Melhor Posicionamento do Bebê): Com a pelve simétrica e os músculos relaxados, as chances de o bebê se posicionar corretamente (de cabeça para baixo, na posição cefálica) aumentam significativamente. Isso reduz a incidência de partos pélvicos (sentados).

 

Alívio de Náuseas e Azia: Como a técnica estimula fortemente o sistema nervoso parassimpático (responsável pelo descanso e digestão) e reduz o estresse da medula espinhal, muitas gestantes relatam melhora em sintomas digestivos e na qualidade do sono.

 

Por ser um procedimento extremamente leve (a pressão usada é semelhante à que você usaria para testar o amadurecimento de um tomate), ele não oferece riscos de indução de parto ou traumas ao bebê, sendo considerado padrão ouro na quiropraxia obstétrica junto com a técnica de Webster.

Conclusão

Método de procedimentos quiropráxicos que mesclam abordagens ajustivas articulares com intervenções de terapia manual de tecidos moles, tanto musculares, fasciais como ligamentares. Um método com técnicas reflexa de baixa força, ideal para idosos, crianças e gestantes.

 

Este método é precursor ao trabalhar em concomitância à avaliação, correção e reeducação postural. Excelente aplicação para coluna vertebral com enfoque especial na articulação sacro ilíaca como controle e equilíbrio geral de toda coluna vertebral, atuando diretamente na biomecânica sacral através dos ligamentos do sacro e do quadril. Baseada na avaliação postural, na teoria das distorções e biomecânica, desenvolvida especialmente por Hugh Logan. Um dos métodos mais antigos de Quiropraxia americana, ainda em uso atualmente.

Referências Bibliográficas

Para fins de pesquisa acadêmica, registros clínicos ou fundamentação de prontuários, as referências teóricas e científicas sobre o Método Logan (Logan Basic Technique) e suas aplicações biomecânicas e neurofisiológicas baseiam-se nas seguintes fontes literárias e estudos de caso:

1. Literatura Clássica e Manuais da Técnica

  • LOGAN, Hugh B. Textbook of Logan Basic Technique. St. Louis: Logan College of Chiropractic, 1939 (Edição revisada por Vinton F. Logan, 1950). (Nota: Obra seminal onde o Dr. Hugh Logan postula a "Teoria do Nivelamento Sacral" e a definição do sacro como o centro mecânico e base da coluna vertebral).

  • MONTGOMERY, D. P. Logan Basic Technique for infants, children, and pregnant women. In: ANRIG, C.; PLUGHER, W. (Eds.). Pediatric Chiropractic. 2. ed. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2012. (Focado na adaptação de baixa força do método para o público infantil, gestantes e idosos devido à ausência de contraindicações mecânicas).

2. Biomecânica da Pelve e Desalinhamento da Base (Sacro e Membros)

  • VALDIVIA, J. Leg Length Inequality as a Chiropractic Metric: a Historical Approach. Chiropractic History, v. 37, n. 1, p. 43-55, 2017. (Analisa a evolução histórica de técnicas focadas na pelve, detalhando a transição conceitual operada por Hugh B. Logan ao introduzir a análise mecânica de engenharia na Quiropraxia).

  • LEEUWENBERG, L.; VICKERS, R. Pelvic and lumbar distortions as the cause of the physiologically short leg. Journal of Basic Technique Research, 1989. (Estudo que valida a tese de Logan de que subluxações sacrais geram alterações reflexas no comprimento funcional das pernas).

3. Estudos Clínicos e de Caso (Patologias Específicas)

  • KIRK, J. W. et al. Managing Lumbar Spinal Stenosis with Logan Technique: A Case Report. Journal of Chiropractic Medicine / Parker University, v. 22, n. 3, 2023. (Documenta a eficácia da aplicação da força leve do Método Logan no alívio de quadros de Estenose Canal Lombar, Lombociatalgia crônica e Síndrome Facetária em adultos e idosos).

  • SCHMIDT, M. et al. Addressing Menstrual Symptoms and Pelvic Distortion with Logan Technique: A Case Report. Journal of Clinical Chiropractic Pediatrics, v. 23, n. 1, 2024. (Demonstra a ação neuro-reflexa da pressão no ligamento sacrotuberoso sobre o sistema parassimpático e o alívio de espasmos miofasciais e dores nociplásticas na região pélvica).

4. Evidência em Neurologia e Resposta Autônoma

  • SNYDER, B.; MONTGOMERY, P.; ZHANG, J. Effect of Logan Basic Technique on Blood Pressure and Pulse Rate in a Student Population. Proceedings of the Association of Chiropractic Colleges, 2002. (Estudo clínico que comprova o efeito sistêmico da técnica na modulação do estresse e do tônus autonômico, auxiliando na redução de dores de sensibilização central, como a Fibromialgia e Cefaleias Tensionais).

  • GATTERMAN, M. I. Foundations of Chiropractic: Subluxation. 2. ed. St. Louis: Mosby Elsevier, 2005. (Capítulos dedicados a técnicas de tecidos moles e reflexos durais analisam o impacto mecânico da liberação do ligamento sacrotuberoso no alívio da tensão global da medula e fáscias).

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